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Coletivo Quilombo indica nordestinas para nova gestão da UNE; Valmir destaca atuação da juventude


O deputado federal Valmir Assunção e a estudante baiana Rafaella Rios - FOTO Jonas Santos -

Duas mulheres nordestinas assumem cargos de diretoras na União Nacional dos Estudantes (UNE) por indicação do Coletivo Quilombo, juventude que constrói a Esquerda Popular Socialista (EPS), tendência interna do PT. Rafaella Rios (baiana) e Bruna Fernando (sergipana) tomaram posse nesta quarta-feira (25) no Ministério da Educação, em Brasília, em dia marcado por protestos contra o governo Bolsonaro na Esplanada. Elas fazem parte do mesmo grupo político do deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), e vão ajudar no desenvolvimento das pastas de Movimentos Sociais (Rafaella) e de Combate ao Racismo (Bruna).


“Duas relevantes diretorias na maior entidade de organização estudantil no mundo que juntas assumem a importante tarefa de lutar contra esse governo genocida instalado por Bolsonaro”, salienta o deputado Valmir ao frisar a importância dos movimentos sociais no atual contexto político que o país vive. Assunção confirma que as posses de Rafaella e Bruna representam ainda a continuidade de uma política que o Coletivo Quilombo vem construindo na UNE, de ampliação dos espaços de atuação no cenário nacional.


Em seu discurso em Brasília, a militante natural do no extremo sul da Bahia, Rafaella Rios falou sobre a importância do curso de História que faz na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e reafirmou o compromisso “de fortalecer a relação com movimentos populares para enfraquecer as milícias”. De acordo com ela, “o país precisa urgentemente de um governo popular”. “Vamos para o embate. Não vamos dar um passo para trás e lutar para a retomada da democracia e por uma gestão comprometida com os movimentos sociais, com as minorias, com as mulheres, com os povos originários e com os estudantes”.


Já Bruna, enfatizou que o atual governo federal “é tirano e não combina com a formação da juventude petista, que atua por mais inclusão e por mais oportunidades para todos e todas. Em 2022, os movimentos sociais vão com Lula”, considera a estudante sergipana. Ela ainda frisa a importância de estabelecer uma agenda nacional contra o racismo e que inicie esse processo seja fortalecido por meio de um governo de esquerda ano que vem. “Por isso que os estudantes estão com Lula e com o PT, vamos voltar a criar meios para fortalecer a participação popular e da juventude nas decisões importantes para o país”.





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