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Coletivo Quilombo se reúne em assentamento do MST, defende derrubar Bolsonaro e eleger Lula


A plenária aconteceu no assentamento do MST em Prado | FOTO: Stephane Brito |

Jovens de esquerda de diferentes regiões da Bahia se reuniram no assentamento Jacy Rocha, em Prado, extremo sul do estado, durante todo o final de semana, para uma série de atividades que ampliaram as trincheiras contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. O grupo defendeu a retomada de políticas públicas no país com o lema ‘A juventude quer viver, derrubar o Bolsonaro e ver o povo no poder!’. O Coletivo Quilombo, juventude da tendência Esquerda Popular Socialista (EPS/PT), fez parte da organização da jornada e, com mais de cem jovens presentes, realizou a sua plenária estadual. Essa ação traçou estratégias de luta para os debates sobre as questões de terra, raça e classe, definindo como pautas centrais a eleição de 2022 e a luta pela ampliação da Lei de Cotas - que passará por uma revisão no próximo ano.


Presente à plenária, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) falou da relevância da juventude organizada como vanguarda da resistência contra o governo Bolsonaro e ressaltou a importância do Coletivo Quilombo para a eleição do ano que vem. “Os rostos aqui presentes são o retrato do projeto popular que nós queremos construir para o país. Vocês são uma dose de esperança num Brasil preenchido de tragédias por esse governo genocida. Assim como Marighella, ‘que não tenhamos tempo de ter medo’. Nossa missão é refundar o Brasil com a juventude viva, Lula presidente e o povo no poder!”, salienta Valmir.


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Participaram das atividades da plenária do Coletivo Quilombo, além do parlamentar petista, os dirigentes nacionais do MST, João Paulo Rodrigues, Evanildo Costa e Lucineia Durães, a dirigente do extremo sul, Eliane Oliveira, e os artistas Leandro Ramos, Ernesto Xavier e Pally Siqueira. Para a Lucineia Durães, a popular ‘Liu do MST’, o Coletivo foi fundamental na construção da Jornada de Juventude do Campo e da Cidade em conjunto com o MST e outros movimentos. Ela aponta que essa construção estará na prática diária do movimento e, portanto, aceita o convite feito de indicar um jovem do MST para a direção estadual da Quilombo na Bahia. “Todos os jovens aqui presentes são revolucionários, porque ser jovem e não ser revolucionário é contraditório. E fazer essa revolução em conjunto é de suma importância para o MST”, completa.



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