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Valmir Assunção recebe o pré-candidato a vice-governador Geraldo Jr juntamente com membros do MST e do PT - FOTO: Divulgação -


O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) recebeu, nesta quinta-feira (19), o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador e pré-candidato a vice-governador na chapa do petista Jerônimo Rodrigues, Geraldo Jr. (MDB), para debater a participação dos movimentos sociais e populares no Programa de Governo Participativo (PGP). Esse programa está sendo elaborado seguindo as demandas de cada região da Bahia durante as visitas da majoritária, que ainda tem o senador Otto Alencar (PSD-BA) como postulante à reeleição.


A reunião aconteceu no escritório político de Valmir na capital e ainda contou com dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com a pré-candidata a deputada estadual Lucinha Barbosa (PT). Para Assunção, o diálogo e a participação dos movimentos são fundamentais para a Bahia. “Foi um debate enriquecedor para tratarmos da participação dos movimentos sociais e populares na construção do PGP de Jerônimo. Estou acompanhando de perto as agendas no interior com as lideranças do campo e da cidade e vamos seguir com o povo”, frisa Valmir.


Além dos parlamentares, participaram também do encontro a dirigente nacional do MST, Liu Durães e o secretário de Finanças do PT da Bahia, Tassio Brito. “Fiquei muito satisfeito com a conversa e a disposição do presidente da Câmara de Salvador. Jerônimo e Geraldo é a dobradinha de Lula em nosso estado para darmos prosseguimento ao projeto de sociedade criado pelo PT desde a gestão de Jaques Wagner. Vamos seguir firmes para que as políticas implementadas continuem”, completa o deputado Valmir.


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Com 10,4 milhões de eleitores, a Bahia é estado mais populoso do Nordeste e o quarto maior colégio eleitoral do país. Pesquisa Quaest no estado, divulgada nesta quarta-feira (18), mostra que Lula cresceu cinco pontos na espontânea, de março a maio, para 45%. Bolsonaro cresceu 2 pontos, para 13%. Ciro ficou estagnado em 1%.


A Quaest fez 1.140 entrevistas presenciais, entre os dias 13 a 16 de maio. Na estimulada, Lula cresceu 1 ponto para 63%, e Bolsonaro avançou duas casas, para 17%. Ciro manteve os mesmos 5% de março. Todos os outros candidatos, somados, caíram de 7% para 5%. Em votos válidos, Lula já tem 70% na Bahia, contra 19% de Bolsonaro e 5,6% de Ciro.

Na estratificação por religião, Lula tem 43% dos votos totais dos eleitores evangélicos, o que corresponderia a 51% dos votos válidos. No mesmo segmento, Bolsonaro tem 30% dos votos totais, ou 35% dos votos válidos. Ciro pontua 4% entre evangélicos.


A força de Lula entre evangélicos baianos mostra uma situação invertida ao que vemos no Rio de Janeiro, e indica que o bolsonarismo é hegemônico entre evangélicos apenas quando ele se soma a um fator regional. Ou seja, Bolsonaro é forte entre evangélicos fluminenses não apenas pela questão religiosa, ou de costumes, mas sobretudo porque o presidente tem uma base eleitoral mais forte no estado do Rio.


Entre católicos, a liderança de Lula na Bahia é ainda mais impressionante: o petista tem 74% dos votos válidos entre católicos baianos, contra 15% de Bolsonaro. Segundo a Quaest, 49% dos baianos são católicos, 25% evangélicos, 20% não tem religião e 4% professam outras religiões. Num eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista abriu quase 50 pontos de diferença.


Um dado interessante levantado pela pesquisa é a força do PT no estado da Bahia. Segundo a Quaest, 23% dos baianos tem identificação partidária com o partido. O segundo lugar é ocupado pelo PSDB, com 1%. Nenhum outro partido pontua. Entretanto, 67% dos baianos responderam que rejeitam "todos" os partidos, um sinal de que a ausência de outras identificações partidárias se dá pela ausência de organização de outras forças políticas, pois espaço para crescer não falta.


A avaliação de Rui Costa registrou uma melhora de 3 pontos entre eleitores evangélicos, de 33% para 35%, contra 25% de rejeição. Entre católicos, Rui é aprovado por 50% dos baianos, e rejeitado por 15%. A avaliação de Rui Costa, de maneira geral, melhorou nos últimos meses, o que pode ajudar tanto Lula como o candidato a governador pelo PT.


Segundo a Quaest, 49% dos eleitores de Ciro Gomes devem migrar para Lula num eventual segundo turno entre o petista e Bolsonaro; outros 23% devem optar por Bolsonaro, e 28% disseram que anularão seu voto ou se abster. O cruzamento das intenções de voto num eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, com as declarações de voto no segundo turno de 2018, mostra que Lula está levando vantagem em pontos importantes:


  1. Apenas metade (51%) dos eleitores de Bolsonaro no segundo turno de 2018 continuam votando nele, 26% migraram para Lula e 5% para Ciro.

  2. Já entre os que votaram em Haddad em 2018, apenas 1% votarão em Bolsonaro este ano, 89% devem ir de Lula e 4% de Ciro.

  3. Lula deve receber 64% dos votos de eleitores que votaram nulo em 2018, Bolsonaro apenas 3% e Ciro 4%.

  4. Lula deve receber 56% dos votos de quem se absteve em 2018, contra 11% de Bolsonaro e 6%.

Ou seja, Bolsonaro está recebendo votos exclusivamente de quem votou nele em 2018, e mesmo assim perdeu a metade dos eleitores. No cruzamento de dados com quem recebe o Auxílio Brasil, está claro que a estratégia de Bolsonaro, de trocar o nome do programa (que se chamava Bolsa Família), por oportunismo eleitoreiro, não deu certo: dentre os entrevistados que recebem Auxílio Brasil, 68% declararam voto em Lula.


Na Bahia, ao menos, a questão de classe ou renda não é determinante na formação do voto: Lula esmaga Bolsonaro nos três grandes grupos de renda do estado, desde os mais pobres até os mais ricos. Entre os mais pobres, todavia, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro é superior a 50 pontos: o petista tem 67% dos votos totais entre eleitores com renda familiar até 2 salários, contra 14% de Bolsonaro e 4% de Ciro.


Na divisão por nível de escolaridade, Bolsonaro e Ciro tem pontuação um pouco melhor entre eleitores com ensino superior, embora ainda se mantenham muito distantes de Lula também neste segmento. Entre eleitores que tem apenas até o ensino fundamental, Lula tem 69%, contra 14% de Bolsonaro e 3% de Ciro Gomes. Esse é o maior grupo do estado, representando 46% do eleitorado baiano. A maioria esmagadora dos baianos, ou 76%, acha que Bolsonaro NÃO MERECE ser reeleito. A íntegra da pesquisa pode ser lida aqui.


FONTE: Revista Fórum



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O sonho da casa própria, acalentado pela maioria dos brasileiros, está mais difícil de ser realizado. Num cenário de inflação e juros altos, o financiamento ficou mais caro e as condições para obtenção de crédito mais difíceis.

Com base em dados da Melhortaxa, empresa que compara taxas de financiamentos imobiliários, o portal UOL revela que o financiamento de um imóvel de R$ 300 mil em 30 anos ficou R$ 90 mil mais caro, no intervalo entre março de 2021 – quando a Selic era de 2% ao ano- e maio deste ano, quando a taxa básica de juros chegou a 12,75% ao ano.

A reportagem detalha que num imóvel de R$ 300 mil, com 80% do valor (R$ 240 mil) financiado, o crédito custaria R$ 490 mil ao fim das 360 prestações, numa conjuntura de juros a 2%. Para conseguir o crédito numa instituição financeira, o interessado precisaria comprovar uma renda de R$ R$ 6.532,22.

Neste mês de maio, o mesmo imóvel de R$ 300 mil, com financiamento de 80% do valor em 360 prestações, custa R$ 580 mil ao fim dos 30 anos. A pessoa interessada em contratar o empréstimo precisaria comprovar renda 25% maior, de R$ 8.184,59. A reportagem diz que a principal consequência da conjuntura é a restrição ao crédito, levando os consumidores a desistirem do projeto casa própria.

Em declaração à reportagem, Paulo Chebat, CEO da Melhortaxa no Brasil, diz perceber uma inversão. “As pessoas que precisam do empréstimo não conseguem, e quem busca o crédito só porque tem uma aplicação que rende mais no banco é aprovado. Desde o final de dezembro percebemos uma diminuição nas negociações de financiamento”, afirmou.

O levantamento, feito a pedido do UOL, simulou a diferença de custos, considerando juros a 2% ao ano e a 12,75% ao ano, para imóveis de R$ 300 mil, R$ 500 mil, R$ 750 mil e R$ 1 milhão. Em todos os casos, muito acima da possibilidade das classes mais pobres da população, há aumento das prestações iniciais e finais e maior dificuldade para fechamento da operação de crédito.

Governos petistas priorizaram direito à moradia A questão da habitação foi prioridade nas gestões petistas. Além de ter dobrado o acesso ao crédito imobiliário nos governos Lula, um dos marcos do segundo mandato do ex-presidente foi a criação do Minha Casa Minha Vida, maior programa habitacional do Brasil criado para enfrentar o déficit habitacional, especialmente das famílias com menor renda, que completa 13 anos em 2022.

Entre 2009, quando o programa foi lançado, e 2016, quando o golpe tirou a presidenta Dilma Rousseff do poder, foram contratadas 4,2 milhões de casas e entregues 2,7 milhões, beneficiando cerca de 10 milhões de pessoas em 96% dos municípios brasileiros.

Do total entregue, 52% foram para famílias com renda de até R$ 1.600, 39% para renda de até R$ 3.275 e 9% para famílias com renda entre R$ 3.275 e R$ 5000.

O volume de investimentos em habitação gerado no Brasil pelo Minha Casa Minha vida foi sem precedentes. Durante os governos petistas, o programa alavancou um montante da ordem de R$ 300 bilhões, impactando significativamente a economia. O MCMV gerou 1,7 milhão de empregos diretos e indiretos. O número de empresas de construção imobiliária cresceu 48% e o seu faturamento aumentou 54%, segundo dados do IBGE.


FONTE: Site Oficial do Lula

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